Se o acesso não existe, pode-se entender a obstrução arterial do conhecimento como uma queima – destruição pelo fogo?
Ou ainda, a reabsorção executada pela mesma sociedade, produtora, como forma de quebra e mudança polar? Passagem de era. Folhando um livro ao acaso, cai no buraco e encontrei o problema.
Atratividade capilar, disse o mestre. Outro assunto, mas mesmo exemplo – e, obviamente, outro lado do ciclo. A difusão de conhecimento, o desenvolvimento de um circuito – a cobra comendo sua própria cauda, a cada mordida a distância é menor – ou seria o inverso, proporcionalmente?
Talvez seja demonstração de progresso, caminho de dias contados, perpetuados indefinidamente a caminho do apocalypse, o fim de uma era e a revelação da verdade, a queda de um formato defasado.
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O homem e a morte, de seus ciclos e ressurreições. Fractais. E o progresso imita o passado, as células morrem – biologica, sociologica, e, certo, se parasse por aí não seria tão divertido.
Vamos em círculos – problema. Queima e reproduz, produz à destruir, paga para ser, trabalha para estar, queima.
Diz o irmão de um amigo que nós jogamos fora o petróleo, no mundo.
Segue um documentário, “Oil, Smoke & Mirrors”
E como todo documentário do gênero, começa com um plano muito aberto apoiado por uma trilha estranha – corte seco para pessoa falando sobre fundo negro. As ambientações que acompanham este tipo de entretenimento só aparecem depois de 10 minutos de filme, parece.
Podia ser uma daquelas coisas que todo mundo aprende, mas só uma vez na vida.
Até semana que vem, dias, abraça esse feriado – em São Paulo, é quase ficar um quarto do dia a mais, livre.
O Samsara Mercadológico, continua…
[...] sobre acesso à informação, citou a obstrução ao conhecimento e até a queima de livros em seu post neste mesmo [...]