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Arquivo da categoria ‘Carta da República’

Made in China

In Carta da República on 17 Fevereiro, 2009 at 8:19 pm

Considerarei desnescessárias informações sobre o boom econômico-cultural chinês – mídia overflood.

O papo sério é sobre brinquedos, ou melhor, sua produção no panorama mundial do século 21. Mais precisamente ao fim do ano de 2007, 70% dos brinquedos produzidos no mundo nasciam na terra dos conhecimentos milenares, da grande muralha e dos banquetes imperiais – me senti o gringo do post ao lado >>>.

Esta concentração se deve, em grande parte, pelo baixo custo da mão de obra envolvida nas linhas de produção, além da agilidade e potencial individual na realização das tarefas por árduas horas consecutivas, permitindo aos industriais negociações com promessas de entrega humanamente impossíveis. Divina comédia

Em releitura deste raciocínio, o grande volume foi sustentado pelas mãos de trabalhadores oriundos dos campos, que perderam a capacidade de auto-suficiência com o advento da modernização agrícula, sendo, desta forma, levados à procura de trabalho mal remunerado em fábricas.

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Em tempos de Guerra, falemos sobre música.

In Carta da República, Difusoras, Linha de Conduta on 13 Janeiro, 2009 at 11:35 am

Ataques como estes que acontecem em Gaza não nos surpreendem mais. Seja por território, religião, petróleo, política ou qualquer outra coisa, esta disputa de poder em que vivemos sempre acaba em sangue.

Enquanto dados são atirados no tabuleiro de uma grande e infinita partida de War, o sentimento de inconformidade, revolta e até de culpa floresce nas mentes de sortudos que podem acompanhar tudo à distancia.

Algumas dessas mentes, providas de um talento natural ou de uma história de vida que favoreça este tipo de manifestação, expressam estes sentimentos através da arte.

Em tempos de guerra – ou sei lá o que quer que seja isto – listei, sem nenhum critério técnico, dez musicas de protestos. Independente da época, todas obras continuam atuais, pois o instinto primitivo do homem continua o mesmo.

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Natural Born Killers

In Pega Essa on 8 Janeiro, 2009 at 5:13 pm

Eu não engulo Obama. Ainda não, pelo menos – apesar de que, provavelmente nunca irei. 

Nutro desgosto por ele, assim como por W. B. ou Clinton – como diriam os pequenos “Não gosto e tenho raiva de quem gosta”. Inversamente proporcional foi minha alegria ao ver, no dia 06 de janeiro, a expulsão do embaixador israelense da Venezuela, decretada pelo presidente Chávez, como forma de represália aos bombardeios à faixa de Gaza. Nesta toca só tem rabo preso, alguém precisava, ao menos, expressar ´sua arte´ humanidade.

Mas tudo bem, 13 dias depois, algo próximo dos 700 palestinos mortos – em grande parte civis – e o Itamaraty envia um chanceler ao Oriente Médio. Sua missão é de expressar o “desejo brasileiro de ´arejar´ as conversas de paz com a inclusão de novos mediadores”, já que a trupe do Tio Sam “falhou nas negociações”. Ha ha.

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Casualidades Mundanas

In Carta da República on 8 Dezembro, 2008 at 7:14 pm

Perturbe o pensamento, limpe a sujeira diária e pense por uns instantes – quais os maiores males que afrontam a grande célula?

E, melhor ainda, se você tivesse a oportunidade de investir US$ 50 bilhões em 4 anos para que alguns destes problemas fossem resolvidos, quais seriam suas escolhas?

Por pressões de agenda, sem dúvida surgirão primeiro problemas de clima tempo, o aquecimento global, guerras e o suposto terrorismo.

O cientista político Bjorn Lomborg realizou este estudo com o auxílio de diversos economistas, entre eles um ou dois premiados com o Nobel – coisa pouca é besteira nossa – no qual foram identificados 10 problemas majoritários, que afetam milhões ou bilhões de pessoas.

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Coisa velha.

In Carta da República on 25 Outubro, 2008 at 3:36 am

Por vir.

Ouviram do Ipiranga – Pariu-se a República!

In Carta da República on 25 Outubro, 2008 at 2:32 am

Primeiro post.

 

- Informe

Fruto do grande tumor urbano, nasce a proposta amorfa do República 33, meio ao caos cinzento e apoiados por confortáveis assentos. De desconexas discussões ao cruzamento quase sem sentido das notícias, posts, twitts e toda miscelânea que nos dispersa do árduo, porém vazio, trabalho nosso das 9 às “6″.

A proposta é fazer falar, no tom do estive pensando, com um toque de me diga — então.

Continua, em breve.