Se o acesso não existe, pode-se entender a obstrução arterial do conhecimento como uma queima – destruição pelo fogo?
Ou ainda, a reabsorção executada pela mesma sociedade, produtora, como forma de quebra e mudança polar? Passagem de era. Folhando um livro ao acaso, cai no buraco e encontrei o problema.
Atratividade capilar, disse o mestre. Outro assunto, mas mesmo exemplo – e, obviamente, outro lado do ciclo. A difusão de conhecimento, o desenvolvimento de um circuito – a cobra comendo sua própria cauda, a cada mordida a distância é menor – ou seria o inverso, proporcionalmente?
Talvez seja demonstração de progresso, caminho de dias contados, perpetuados indefinidamente a caminho do apocalypse, o fim de uma era e a revelação da verdade, a queda de um formato defasado.